segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

TRICÔ, CROCHÊ E PONTO DE CRUZ

História do Crochê

Pouco se conhece dos primeiros idos do crochê, mas acredita-se que os primeiros trabalhos foram feitos com os dedos. Alguns teorizam que o crochê evoluiu de práticas tradicionais na Arabia, América do Sul ou China, mas não existe nenhuma evidência decisiva dessa técnica antes de sua popularidade na Europa durante o século 19. Os escritos mais velhos que se tem datam do ano de 1812 e a primeira receita de crochê publicada apareceu na revista holandesa "Penelope" em 1824.
No século 19 na França, Reino Unido e America , o crochê começou a ser usado como um substituto mais barato para as outras formas de rendas. O preço da linha de algodão industrial estava baixando, e apesar das rendas de crochê gastarem mais linha do que as rendas de bilro e outras, o crochê era mais rápido de fazer e mais fácil de ensinar.
Durante a Grande Fome Irlandesa, freiras Ursulinas ensinaram mulheres e crianças locais a fazer crochê. O trabalho delas eram mandados por toda a Europa e America e eram comprados pela beleza e também por questões caridosas para ajudar aquela população faminta.
Por todo o mundo, o crochê tornou-se uma indústria caseira em franca expansão, particularmente na Irlanda e Norte da França, sustentando comunidades cujo meio de vida tradicional foi devastado pelas guerras, mudanças da hábito nas fazendas , uso da terra e perda das colheitas. Mulheres e as vezes crianças, ficavam em casa e criavam peças do vestuário e da casa para ganharem dinheiro. Esses trabalhos eram comprados principalmente pela classe média emergente. Esses tempos fizeram o crochê ser estigmatizado como uma prática das classes baixas e não como uma técnica em si. Aqueles que podiam comprar rendas feitas por métodos mais caros desdenhavam do crochê como uma cópia barata. Essa impressão foi parcilamente desfeita pela Rainha Vitória que comprava renda de crochê irlandes e até aprendeu a crochetar. Crochê irlandês foi promovido mais tarde pela Madame Riego de la Branchardiere por volta de 1842 , que publicou gráficos e instruções de como reproduzir rendas de bilro e rendas de agulha via crochê, e muitas outras publicações de como fazer roupas de crochê com lã. Essas receitas eram variadas e complexas.
A moda no crochê mudou com o fim da era Vitoriana. As cores fortes desapareceram e surgiram as publicações com linhas brancas ou pálidas, exceto para as bolsas chiques feitas de linhas de seda brilhantes e miçangas . Depois da Primeira Guerra Mundial, poucas receitas de crochê foram publicadas, e a maioria delas eram versões simplificadas daquelas oriundas do começo século 20. Depois da Segunda Guerra, do começo dos anos 40 até o início dos anos 60, houve uma resurgência no artesanato, particularmente nos Estados Unidos, com muitos desenhos novos e imaginativos. Foram usados nessas receitas linhas mais grossas do que aquelas do período anterior e muitas cores variadas foram incluídas. A prática do crochê permaneceu primariamente uma arte da dona de casa até o fim dos anos 60 e começo dos anos 70, quando a nova geração popularizou os quadrados da vovó e incorporou cores vibrantes. Embora o crochê tenha declinado em popularidade nos anos subsquentes, o início do século 21 tem visto o interesse pelo artesanato em geral ser revivido, como também uma grande melhoria na qualidade e variedade das linhas. Existem muitas novidades em publicações e agora muitas lojas de linhas oferecem lições de crochê em adição as tradicionais lições de tricô.












sexta-feira, 4 de novembro de 2011

BISCUIT

O MUNDO DO TRABALHOS MANUAIS
PARAISO DO TRABALHOS MANUAIS,e como eu m sinto, num paraíso encantado quando estou modelando a massa de biscuit.   Trabalhar com biscuit é realmente maravilhoso, incrível como esta simples massinha proporciona tantas possibilidades de criação.    Atualmente, mais que uma tarefa  para extravasar a energia após um dia de muito trabalho ou uma semana bem agitada, o artesanato tem sido visto e, até mesmo recomendado como terapia. E não são raros os casos de artesãos que iniciam suas atividades desta maneira,apenas como alternativa para relaxar e pouco a pouco, tomaram gosto pela arte e passaram a enxergá-la como uma boa área profissional.  Eu me encantei pelo mundo da massa de biscuit este mundo encantado que me faz esquecer tudo quando estou com ela na mãos, sou de uma terra onde a mulher tem que ser prendada e com minha mãe e avó aprendi deste cozinhar como trabalhos manuais de todo um pouco e só me faltava o biscuit que vim ter o conhecimento depois de já mãe e avó, e uma pessoa abençoada quem inventou a massa do biscuit.

ESTA E UMA MASSA BASICA :
2 xícaras (chá) de cola branca POLYCOL PRA BISCUIT
2 xícaras (chá) de amido de milho
2 colheres (sopa)  de vaselina liquida
1 colher(sopa) de vinagre branco
2 colheres (sopa) de creme para as mãos(s encontra nas lojas onde vende artigos para artesanato )
        MODO DE FAZER:
Numa panela antiaderente, menos o creme, e leve ao jogo mexendo sempre ate se soltar do  fundo da panela, coloque a massa na mesa passe o creme nas mãos e um pouco na massa e amasse bem ate a massa ficar bem fria  reserve de preferência  hs 12  antes de usar.
Use tinta de tecido pra tingir.                                                                         



TRICÔ E CROCHÊ
            Estes dois andam sempre de alguma forma juntos, muitas vezes um faz o acabamento do outro.   Um bom pro inverno e o outro ótimo no verão, pra crianças ou adultos eles Caim bem e sempre estão na moda, desde criança que eu via minha mãe trabalhar com lãs e linhas, entre crochê e tricô eu me criei e não poderia ser de outra maneira por que na região onde eu nasci o tricô predomina e minha mãe era muito procurada pra confeccionar as mais belas blusas,pulôver e suéter, já bem garota comecei a brincar com as agulhas e lãs, e me encantar com este mundo colorido de lãs e linhas.   Da mesma forma que minha mãe passou pra mim eu tentei passar pra minhas filhas, elas não são fanáticas como eu por trabalho manuais mas sabem fazer um pouquinho de cada coisa, mas a época  bem outra,no meu tempo e na e no SUL as mulheres tinham que ser prendadas.    Eu faço parte da pastoral da pessoa idosa, sou AGENTE DA PESSOA IDOSA, e procuro avivar a mente delas com o trabalhos manuais, todos os fim de ano fazemos um BAZAR com as pesas por ela confeccionadas. Vocês verão aqui fotos destes dias e trabalhos por mim realizados e divulgarei também os delas, para que muitas pessoas vejam como os nossos idosos tratado com carinho eles ainda são capazes de realizar grande coisas, o trabalho manuais e muito benéfico para a saúde mental deles, se você sabe fazer algum trabalho manual  tem um idoso na família ensine ele a fazer algo você vão ver como a saúde dele melhora e o mesmo vai se sentir muito feliz.